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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Libido



Em sua teia estou preso
Desejando cada pedaço seu
Preciso me alimentar do seu prazer 
Aquecido pela sua carne
Dominado em sua mãos 

Meu corpo anseia pelo seu cheiro
Minha respiração ofegante 
Entrega todo o meu desejo
Tentação, Erupção

Queimando dentro de mim
Sinto seu toque 
Sinto seu cheiro
Teu beijo, minha perdição
Aquecido pela sua carne
Dominado em suas mãos 
Erupção, Tentação




quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Noite Fria




Noite fria
O ar denso, congelam meu ser
A um mundo lá fora que me enche de medo
A brisa gelada que toca minha face
Acaricia me, como tuas mãos frias

Eu não quero ser aquele que sempre se vai
Atravesse minha mente,
Nada poderá deter nosso amor
A lua desesperada chora
Aonde foi que eu te perdi?

Uma noite fria
Meus pensamentos congelam,
Aonde foi que eu te perdi ?
Atravesse meus pensamentos
Não seja aquele que se foi
Permaneça em meus sonhos
Até que eu adormeça em seus braços


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Eu gritarei até achar você




Uma intensidade de sentimentos
Dois corpos unidos pelo amor
Separados pela distância
Aonde você se encontra?
Meu coração clama por teus braços

Sinto me congelar, sem teu olhar
Então me encontre
Me aqueça com teus beijos
Me enlouqueça em seus abraços

Eu gritarei até achar você
Eu não te perderei
E meu coração chora, ele sangra sem você
Você pode me ouvir?
Eu gritarei até achar você

Eu te amarei de qualquer maneira
Diga que me ama, mais nunca será o suficiente
Por favor volte, me encontre
Temos um longo caminho pela frente
Mais não me deixe aqui

Meus olhos precisam dos seus
Eu gritarei até achar você
Não te perderei
Ouça o meu  chamado
Me encontre
Me encontre na parte mais fria dos seus sonhos
Eu não te perderei





domingo, 5 de agosto de 2012

Quem sou?



Meus segredos encobertos
Desvendam meus olhares secretos!
Minhas manias extravagantes
Acobertam meus pensamentos mais arrogantes.

Não sei quem sou, ou para onde vou
Meu olhar acanhado, recheado de pudor
Onde estou?
Para onde vou?
Ludibriado por lembranças do passado
Congelam meu ser

Não tenho vontades
Não tenho receio
Vivo por dias, Morro em horas
Onde está minha vida?
Acho que ela escorreu em minhas mãos
Não sei quem sou
Constante pertubação
Constante manifestação

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Eu não quero mais ser



Gritos de dor ecoam aos meus ouvidos
Em breves pausas de suspiros
Já não posso ver o que eu me tornei
Eu encontrei a saída, embora eu tenha gostado da prisão
Não a mais nada que me prenda,
A não ser minhas lágrimas cravadas em meu coração

Não, eu não quero mais ser
Aquele menino que sempre desejou partir
Não, eu não quero mais ter que sorrir,
Mesmo com o coração sangrando
Demorei até achar as respostas
Demorei tanto, que esqueci como era me sentir assim

Um pássaro sem assas,
Por muito tempo me mantearam preso
Eu sei que existe um caminho todo pela frente
Mais o que eu posso dizer?
Falar? Por muito tempo calaram meus gritos
Sufocaram meu espirito
Não, Não, eu mereço sorrir

Reprimido por todos os medos que me cercavam
Vozes girando em torno de meu passado
Eu odeio ter que admitir
Mais eu menti, Para tudo o que eu sempre fui
Mais eu quero sorrir,
Tirar todo o peso sobre minhas costas
Então esqueça quem eu fui,
Apenas quero sorrir
Poder respirar sem ter que derramar uma lágrima.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Doce Traição




Eu não quero me trair
Mesmo sendo irresistível
Mesmo eu sentindo queimar dentro de mim
Tirando meu ar, subitamente me explorando.
Uma volta sem fim
Suicídio coletivo
Uma guerra perdida, sem começo meio e fim!

Eu não quero me trair
apagar a última luz acesa
Ver minha alma ser decomposta
Ouvir meu sussurro enquanto sorrio
Eu não quero ter que me ausentar
Sentindo meu espirito se desprender de mim


Doce arrependimento
Que queima dentro de mim
Eu não posso me trair
Renegando tudo o que eu já vivi
Doce traição, longe de mim
Suicídio coletivo
Uma guerra perdida, sem começo meio e fim!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Parabéns Sem Palmas



Parabéns sem palmas
Ao me ver dançar, eu me apavorei
E ao meu ver da história
Uma vida morna
Minha mãos descrevem meu destino
Então eu me entrego
Esperando tudo acabar

Não se acredita mais no depois
E se o fim estiver lá fora?
Meu presente está mais além
Meus olhos cansados, embriagados 
Eu esqueci meus sonhos, e pensei que isso me salvaria 

Não pense que eu não desejei 
Mais tudo é aflição
Eu prefiro ficar com a punição
Ao invez da traição

Parabéns sem palmas
Ao me ver dançar, eu me apavorei
E ao meu ver da história
Uma vida morna
E as velas se apagam
Em um suspiro de dor.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Oração Dos Condenados



Erupções de Ódio
Clamor por todos os lados
Suas mãos continuam sujas pela injustiça
Seus olhos ofuscam medo
E dizem que você continua intacto

Mentiras por todos os lados
Mentes focadas em usura
Corpos caindo do céu
E dizem que você continua a salvo

Rogai pelos vivos,
Agradecer aos mortos
chorar pelos anos vividos
ser condenado a morte

Arrependei-vos pelos pecados cometidos
Usurpar de toda a fé criada
Ser lançado ao fogo 
ser perfurado com uma estaca

Tudo o que foi criado 
Pertence aos beneficiados 
Que se alimentam de sua dor 
Até que você se entrega a tudo
Sem ao menos reconhecer o passado
Até que o seu fim seja premeditado

É com anos vivido 
Com mentiras contadas 
Com sangue derramado 
Onde não a cura, nem cor e nem dor.


quinta-feira, 24 de maio de 2012

22




Se eu pudesse desenhar teu rosto no céu
Eu desenharia cada detalhe
Se eu pudesse sonhar com você todas as noites
Eu amanheceria sobre seus ombros
E me enlouqueceria em seus beijos
Não a nada que o amor não una
E meu amor por você é uma imensidão

Então sob o amanhecer
Estarei junto a você, como se o amanha não existisse.
Você me mostrou a forma mais nobre de amar
Você curou minhas feridas
E me segurou quando estava preste a cair

Você é tudo o que falta em minha vida
Eu nunca encontrei alguém como você
Escute minha voz, quando digo que te amo.
Você chegou e despertou o que estava esquecido por mim
E eu irei te agradecer eternamente
Por tudo o que você fez 
E se eu quisesse te descrever
Não existiriam palavras

segunda-feira, 12 de março de 2012

Desencontros


A vida me mostrou que nada é para sempre
Eu já deveria ter me acostumado
Mais por algum tempo eu quis acreditar
Em falsas promessas, em falsos abraços
Eu me lembro de seu rosto inocente
Que tomou lugar a um sorriso congelado

Então eu não lamentarei mais nenhum desencontro
Porque às vezes o mundo se vira contra você
O fazendo cair em um mar de realidade
Não, não eu sei que o para sempre é falso
E todo o amor é plástico
Apenas meu coração não consegue entender
Porque a mentira reina sobre a verdade

Por algum tempo eu quis desaparecer
Eu não lamentarei mais nenhum desencontro
Isso é parte da vida, é a minha parte favorita
Não desejarei você mais aqui
Mais por algum tempo eu quis acreditar
Em promessas falsas, em abraços falsos
Em sorrisos congelados
Porque o verdadeiro nunca se vai, mais o falso se vai com o vento.